quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

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Cabelos ondulados, rebeldes sobre os ombros. Entra na sala, cheia de si. Ela foge à regra. Ela me manobra tão bem quando permitoE nela descanso tudo. Arrisco olhar dentro da sua blusa enquanto ela leciona.Admiro suas pernas pelo corredor. Salto alto, andar ligeiro. Cheia de si, cheia.A regra foge dela.Levanta o queixo pra abrir um sorriso mudo e largo. Por que, professora, a senhora não pode gargalhar alto?!Alias, nunca faz nada que possa ser intimo.‘’Cada um em seu lugar, profissionalismo. ’’ Eu não queria esta no meu. Livre arbítrio pra desabotoar sua calça justa.Imagino coisas.Imagino coisas quando dialoga segurando meu braço ou tocando-me levemente nas mãos. Imagino coisas o tempo todo.

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