Eu amarguei as linhas da vida com um pouco de vinho e cigarro,enquanto eles me acharam correta e digna de suas atenções.
Pobres animais.
Pobres almas domesticadas por seus próprios medos.
Nenhum deles sabe que eu ja me tornei uma selvagem,apesar de estar inválida pelas feridas de seu amor que vomita condições.
Mesmo assim ,o meu sangue...nosso sangue,eu não vou derramar ,não quero envergonhar o seu sobrenome em um epitáfio de uma suicida.
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